Quais seleções podem ser as zebras da Copa América 2019?

Brasil carrega o rótulo de favorito por ser o país sede da competição

Taça da Copa América em exposição em São Paulo. Crédito: Divulgação/Fernando Torres/CBF

Sediada no Brasil pela primeira vez desde 1989, a Copa América 2019 será disputada por 12 seleções entre os dias 14 de junho e 7 de julho e carrega uma enorme dúvida na cabeça dos amantes do futebol: o campeão será um favorito ou teremos zebra como nas últimas duas edições?  

De um lado, a Seleção Brasileira de Tite carrega o rótulo de favorito por ser o país sede. Do outro, a Argentina também é um nome visto como candidato ao título, mas vive crise técnica e questionamentos sobre o que Lionel Messi pode jogar fora do Barcelona-ESP. Atual bicampeão, o Chile vive fase de reestruturação após ter ficado fora da Copa do Mundo de 20198.

Em meio aos candidatos, a Colômbia, que foi até às quartas de final do Mundial de 2018, Paraguai, Peru e até o Japão - país convidado pela Conmebol junto ao Catar para disputar o torneio - surgem como possíveis zebras para levantar a caneca do 46º título da história da Copa América.

Quem vai ganhar? Qual equipe fará uma campanha surpreendente? Preparamos uma análise dos cinco clubes considerados possíveis zebras para a Copa América 2019.

PARAGUAI

Campeões das edições 1953 e 1979 e com seis vices ao longo da história, os paraguaios têm tradição na competição. Contudo, sofrem pressão por há tempos não terem uma boa campanha em competições internacionais. A oitava colocação na Copa do Mundo de 2010 e o vice-campeonato na Copa América de 2011 foram os últimos grandes resultados da seleção.

Desde então, o Paraguai não conseguiu nem se classificar para a Copa da Rússia e tampouco passou da fase de grupos da Copa América Centenário, disputada nos Estados Unidos, há três anos. Atualmente, a La Albirroja passa por uma reformulação com o técnico Eduardo Berizzo que está no comando a dois jogos apenas.

O elenco paraguaio conta com bastante conhecido pelos brasileiros. Alguns dos principais jogadores atuam ou já atuaram por grandes clubes do Brasil, como os zagueiros Balbuena (ex-Corinthians) e Gustavo Gómez (Palmeiras), e os atacantes Ángel Romero (Corinthians) e Derlis González (Santos).

PERU

Sob o comando do ex-treinador palmeirense Ricardo Gareca, o Peru pode (e espera) surpreender na próxima edição da Copa América para deixar de lado o foco dos recentes problemas de corrupção na Federação Peruana de Futebol.

O histórico recente peruano em competições oficiais não é dos melhores: os terceiros lugares nas edições de 2011 e 2015 da Copa América foram as últimas grandes campanhas, assim como a classificação para a Copa do Mundo de 2018. Na torneio sul-americano, a seleção peruana também possui duas conquistas (1939 e 1975).   

Além do técnico, o elenco do Peru tem nomes familiares para os brasileiros como o meia Cueva (Santos e ex-São Paulo) e o lateral-esquerdo Trauco (Flamengo). Outro conhecido que pode voltar à seleção para a Copa América é Paolo Guerrero, atacante do Internacional. O jogador voltou a atuar recentemente após cumprir suspensão de 251 dias por conta de doping.

Guerrero é o maior artilheiro da história do Peru com 36 gols marcados, sendo 11 anotados em edições de Copa América.  Ele é o cara da Seleção que pode surpreender na competição e conta com a experiência do meia-atacante Jefferson Farfán, que é o vice-artilheiro da história da seleção, com 26 tentos.

COLÔMBIA

Historicamente, a Colômbia não tem tanta tradição no torneio como Brasil, Argentina e Uruguai. Nos mais de 100 anos de Copa América, os colombianos levantaram apenas uma vez a taça, em 2001, quando foram os anfitriões, e chegaram ao vice-campeonato na edição de 1975.

A Colômbia vive um momento diferente de tudo que se poderia imaginar: após duas campanhas históricas nas Copas do Mundo de 2014 e 2018 e figurar por diversas vezes no top 10 no Ranking Mundial da FIFA, o técnico argentino José Pékerman (seis anos à frente da seleção) foi trocado pelo português Carlos Queiroz.

O novo técnico conseguiu levar a seleção do Irã para as Copas do Mundo do Brasil e da Rússia e há expectativa é que consiga fazer uma das melhores gerações da história da Colômbia brigue por títulos e se consolide na América do Sul como uma das principais forças ao lado de Brasil, Argentina e Uruguai.

O elenco colombiano conta com o veterano Falcão García no comando de ataque, o maior artilheiro da história, com 33 gols. O goleiro Ospina, o lateral Arias, o zagueiro Murillo e os meias James Rodríguez e Cuadrado são os outros destaques da equipe que brilham no futebol europeu.

JAPÃO

Uma das seleções de maior tradição no Oriente, a seleção japonesa foi convidada pela Conmebol para participar desta edição da Copa América e fará sua segunda aparição na história no torneio em momento em meio a um momento de ascensão de seu futebol.

Convidado por ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2002, o Japão fez um torneio ruim na Copa América de 1999, disputada no Paraguai. Eles foram eliminados na primeira fase após um empate e duas derrotas, sofrendo oito gols e marcando apenas três.

Desde o trabalho do ex-jogador Zico, na década passada, a seleção japonesa tem participado de todas as Copas do Mundo desde 1998. Recentemente, conquistou o vice-campeonato da Copa da Ásia e surpreendeu na Copa da Rússia ao ir às oitavas de final.

O elenco tem como principal jogador o capitão Shinji Kagawa, que atua no Besiktas-TUR, além do lateral Yuto Nagatomo, que também atua na Turquia, mas pelo rival Galatasaray. Kagawa é o sexto maior artilheiro da história da seleção com 33 gols. Já Nagatomo é um dos recordistas de jogos disputados com a camisa nipônica: são 116 jogos.

CHILE

Apesar de ser a atual bicampeã da competição, a seleção chilena pode ser considerada uma zebra para esta 46ª edição do torneio sul-americano. Os dois títulos consecutivos da competição sul-americana em 2015 e 2016 são as únicas conquistas de grande relevância na história da seleção chilena.

Atualmente, La Roja também vive fase de reconstrução por não ter conseguido se classificar para a repescagem da vaga na Copa do Mundo de 2018.

Para deixar a equipe ainda mais pressionada, o atacante Alexis Sánchez, eleito melhor jogador da edição de 2016, parece não ter dado certo no Manchester United e esquentou banco em boa parte da temporada 2018/2019. O ídolo Arturo Vidal também tem encontrado dificuldades para se adaptar ao estilo de jogo do Barcelona-ESP.

Treinada pelo colombiano Reinaldo Rueda, ex-comandante do Flamengo em 2017, o time chileno aposta na estrela do atacante Eduardo Vargas, que foi artilheiro das duas últimas competições, apesar do jogador não ter despontado em nenhum clube desde a passagem na Universidad de Chile.

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