Na altitude, São Paulo estreia na Libertadores em busca de vitória

Tricolor começa hoje a sua caminhada rumo ao tetra da competição

São Paulo Libertadores
São Paulo vem de duas vitórias no Paulistão (Paulo Pinto/saopaulofc.net)

O São Paulo inicia nesta quinta-feira (5) a caminhada rumo ao seu principal objetivo no ano: voltar a vencer a Conmebol Libertadores da América. Um dos únicos time brasileiros a conquistar a competição três vezes na história, o Tricolor começa hoje a sua trajetória em um confronto que pode ser mais duro do que a maioria imagina. Diante do Escuela Municipal Deportivo Binacional, do Peru, Fernando Diniz e seus jogadores fecham a 1ª rodada do Grupo D e dos times do país, podendo alcançar um feito histórico.

Desde 2003, não acontece de todos os times brasileiros estrearem na Libertadores com vitória. Para que isso se repita, basta que o São Paulo vença o Binacional nesta noite (Santos, Internacional, Grêmio e Athletico-PR ganharam na terça e Palmeiras e Flamengo triunfaram na quarta). O problema é que o Tricolor enfrenta um time pouco conhecido, e, por isso, difícil de ser estudado, além de ter que atuar em uma das maiores altitudes da história da competição: 3.825 metros acima do nível do mar.

Como está o São Paulo?

O momento do São Paulo na temporada é bom. Duas vitórias seguidas, contra Ponte Preta, por 2 a 1, e Oeste, goleada por 4 a 0, levaram o time à liderança do Grupo C do Campeonato Paulista e uma classificação muito bem encaminhada para o mata-mata do estadual. Isso dá tranquilidade ao time de Fernado Diniz que faz uma estreia bem complicada na Conmebol Libertadores da América, o principal objetivo do ano e que sempre é uma obsessão para o torcedor são-paulino.

Com quatro vitórias em oito jogos em 2020 (além disso são mais três empates e uma derrota), o São Paulo tem um início de ano promissor, mas antes de enfrentar o Escuela Municipal Binacional precisará vencer problemas internos que tem por lesão e suspensão para a estreia no torneio continental.

Juanfran e Vitor Bueno se machucaram recentemente e sequer foram relacionados para o duelo (o lateral está com dores na panturrilha enquanto o atacante sofreu entorse no tornozelo diante da Ponte Preta). Além deles, também não estão à disposição Brenner e Everton, suspensos, e Gabriel Saras e Rojas, lesionados. Fernando Diniz, por sua vez, não poderá comandar o time à beira do campo, pois cumprirá suspensão que levou pelo Fluminense na Copa Sul-Americana do ano passado.

O fator altitude

O São Paulo enfrentará uma das altitudes mais violentas que um time brasileiro já encarou na história da Libertadores. A cidade peruana de Juliaca, lar do Binacional, está a 3.825 metros acima do nível do mar, sendo mais alta do que localidades famosas -- e temidas -- como La Paz, Oruro e Cusco, por exemplo. A drástica mudança de ambiente até forçou o Tricolor a fazer uma programação especial.

Tiago Volpi faz um treino específico com bolas mais leves para se adaptar à velocidade maior que a bola imprime na altitude devido à baixa resistência do ar. O elenco viajará de avião fretado e passará um dia na Bolívia para já sentir a mudança de altitude, antes de finalmente subir mais um pouco até o local da partida -- isso também fará com que a delegação economize tempo de viagem e possa descansar melhor.

Quem é o Binacional?

O Escuela Municipal Deportivo Binacional é um estreante na Conmebol Libertadores da América. A equipe peruana conseguiu a vaga inédita após ser campeã do Apertura, o primeiro turno do campeonato nacional. A ascensão do modesto time de Juliaca é surpreendente e mostra que o São Paulo precisa ficar atento ao adversário.

Depois de conquistar a Copa do Peru em 2017, o Binacional ganhou o direito de disputar a primeira divisão do Campeonato Peruano e em 2019 fez uma campanha histórica que terminou com o título do primeiro turno do nacional (venceu 12 dos 17 jogos que culminaram no troféu). 

Além disso, a equipe está bem na temporada 2020 que recém começou. Depois de perder a Supercopa de Perú para o Atlético Grau, venceu Cusco, Universidad César Vallejo e Universidad Técnica em três dos cinco primeiros jogos que fez no Apertura (ainda empatou com FC Carlos Stein e perdeu para o Melgar).

Como está o grupo do São Paulo?

O Grupo D da Libertadores da América não é nada simples. Além de contar com o River Plate, que nos últimos anos virou um bicho papão da competição, há também a presença da LDU, outro time que tem o fator altitude a seu favor para os jogos em casa. E os equatorianos largaram muito bem na briga por uma das vagas ao mata-mata. Ontem (4), em Quito, superaram os argentinos por 3 a 0. 

No entanto, vale lembrar que Gallardo mandou o time reserva a campo, pois no fim de semana faz a rodada decisiva do Campeonato Argentino, onde disputa o título contra o Boca Juniors. Enquanto o atual vice-campeão da América lidera com 46 pontos, o time de Tevez está na cola com 45.

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